DEPARTAMENTO DE EVANGELISMO


OS QUE DESEJAM CUMPRIR CORRETAMENTE O MINISTÉRIO DO EVANGELHO DEVEM APRENDER NÃO APENAS A FALAR E CITAR TEXTOS, MAS TAMBÉM A PENETRAR A CONSCIÊNCIA DAS PESSOAS, DE MODO QUE OS HOMENS VEJAM CRISTO CRUCIFICADO E O DERRAMAMENTO DE SEU SANGUE.
(JOÃO CALVINO)
OUÇA A RÁDIO 96,1. www.cruzeirofmrio.com.br.
PENHA. RJ.
22:00 AS 23:00. PROGRAMA:
"MENSAGEM DA CRUZ"
DIREÇÃO: PASTOR HELENO

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Jesus:

Único, incomparável, maravilhoso – em Seu testemunho

   No   Evangelho   de   João   encontramos   uma   série   de testemunhos de Jesus sobre si mesmo, por exemplo:

    • “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede”
      (João 6.35).
    • “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida”
      (João 8.12).
    • “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” (João 10.9).
    • “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10.11).
    • “Eu   sou   a   ressurreição   e   a   vida.  Quem   crê   em  mim, ainda que morra, viverá” (João 11.25).
    • “Eu   sou   o   caminho,  e   a   verdade,  e   a   vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6).
    • “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor” (João 15.1).

    Quando a samaritana disse a Jesus:  “Eu sei... que há de vir o Messias, chamado Cristo; quando ele vier, nos anunciará   todas   as   coisas”   (João   4.25-26),   o   Senhor lhe respondeu:  “Eu o sou, eu que falo contigo” (versículos 25-26).
    Quando   Pilatos   perguntou:  “Logo,   tu   és   rei?”, Jesus   respondeu: “Tu   dizes   que   sou   rei.   Eu   para   isso nasci   e   para   isso   vim   ao   mundo, a   fim   de   dar   testemunho   da   verdade.   Todo   aquele   que   é   da   verdade   ouve   a   minha voz” (João 18.37).
    Os   discípulos   ouviram   todos   esses   testemunhos   de Jesus sobre si mesmo e viram Suas obras e Seus milagres.
Nos dias de hoje também podemos ouvir a voz de Deus e ver todas as obras do Senhor Jesus Cristo, basta estarmos atentos e sensíveis a voz de Deus.
Por isso que venhamos estar sempre em busca do Espírito Santo de Deus.

Parte do texto retirada do livro "Conheça Jesus" de Norbert Lieth.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O Evangelho e o Antigo Testamento

Na antiga aliança Deus “tratava” com o homem por meio de visões, mensagens, sonhos, etc. Contudo, na nova aliança, Deus desce em pessoa humana, em carne e osso, através de seu Filho, para que o homem o conheça como nunca antes. Jesus é o resplendor da glória do Pai e a expressa imagem da sua pessoa.É o “Verbo que se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14).
Muitos não tiveram o privilégio de estar ao lado de Jesus durante sua vida terrena. Para esses, entre os quais estamos nós, Deus providenciou que a vida, a obra e a mensagem de Jesus fosse registrada, afim de que, por meio de tais registros viéssemos a crer nele e conhecê-lo experimentalmente. Tais escritos são os Evangelhos. Neles temos o glorioso testemunho daqueles que viram e tocaram na Palavra da Vida (I Jo.1:1).

Pregação de domingo. 10/04/11

Nosso obreiro Anderson foi o preletor da noite, a palavra que ele deixou veio de encontro ao nosso coração. 2 Samuel 6:6.

Foi benção para nossas vidas, continua nessa caminhada vaso.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Mateus Moraes, 13 anos, orou, pediu para não ser morto e ouviu do assassino dos colegas: 'Fica tranquilo que não vou te matar'

Mateus Moraes conta que pediu a Deus e teve clemência do atirador
Mateus Moraes, 13 anos, foi talvez o único aluno que teve a clemência do atirador Wellington Menezes, na Escola Municipal Tasso Vieira, em Realengo. Enquanto o criminoso disparava, frio e impassível contra seus colegas, Mateus orava perto do quadro negro, sem ser incomodado, na sala 1801, no primeiro andar do prédio da escola.
“Eu estava em pé e era um dos mais nervosos. Pedi para ele não me matar, e ele disse: ‘Fica tranqüilo que não vou te matar.’ E não atirou em mim”, contou o menino.
Uma possível explicação, acredita Mateus, é o fato de que ele ficou o tempo todo orando. Fiel da Igreja Assembléia de Deus, o menino atribui a uma força superior o fato de ter saído vivo do ataque. “Deus me protegeu.”
O atirador andava calmamente pela sala, disparando contra as crianças, principalmente na cabeça e no tórax.
De acordo com a Polícia Militar, Wellington invadiu a instituição de ensino por volta das 8h e disparou contra alunos. A direção da escola informou que o homem - que era um ex-aluno - se passou por um palestrante para entrar na instituição de ensino. Ao chegar ao local, primeiro ele teria procurado uma professora que já tinha lhe dado aula no passado. Como não a encontrou, subiu para o primeiro andar, foi em duas salas do oitavo ano do Ensino Fundamental e efetuou disparos.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/menino+religioso+foi+o+unico+a+ter+a+clemencia+de+atirador/n1300036175973.html

"Deus está no Trono, Nós estamos aos Seus pés, entre nós e Ele apenas a distância de um joelho"- Jim Elliot

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Obras da Carne & Frutos do Espírito

“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: caridade (amor), gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.” Gl 5.19-23

Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.

OBRAS DA CARNE.

“Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17).

As obras da carne (5.19-21) incluem:

(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.

(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).

(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).

(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).

(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23).

(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.

(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3).

(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3).

(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8).

(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).

(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17).

(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19).

(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.

(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.

(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.

(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.

As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do
reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).

O FRUTO DO ESPÍRITO.

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14 nota; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9).

O fruto do Espírito inclui:

(1) “Caridade” (amor) (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.

Fonte: http://www.vivos.com.br

Para meditação

“Quando Jesus diz: "Vinde" - Ele vem nos encontrar.
Quando Ele diz: "Ide" - Ele vai conosco."
Walter B. Knight

Aniversário

Parabéns irmâ Lidiane e Diaconiza Cristiane. Que o Espirito Santo de Deus continue a guardar a vida de vocês. Benção nas mão do Senhor.